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01/06/2018 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL - Destaques do mês de junho /2018 Demanda: Influenciada pelo considerável incremento da geração termelétrica, a demanda total aumentou de 75,6 para 87,8 milhões de m³/dia.  Oferta nacional: O aumento da geração termelétrica influenciou também a maior oferta nacional, especificamente nos sistemas isolados (Região Norte e Maranhão).  Oferta de gás importado: Da mesma forma, houve impacto na oferta de gás importado, que passou de 26,0 para 34,3 milhões de m³/dia. Destaca-se o incremento da regaseificação de GNL, que passou de 1,8 para 10,1 mi-lhões de m³/dia, em cenário de estabilidade na importação de gás boliviano em 24 milhões de m³/dia.
01/05/2018 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL - Destaques do mês de maio/2018 Demanda: A demanda total subiu de 71,9 para 75,6 milhões de m³/dia, impactada pelo maior consumo do seg-mento termelétrico.  Oferta nacional: Apesar do aumento da produção houve redução da oferta nacional, que caiu de 54,3 para 53,4 milhões de m³/dia. Reinjeção: A redução da oferta nacional está relacionada ao aumento da reinjeção, que passou de 32,7 para 36,2 milhões de m³/dia. Destaca-se que durante a greve do setor de transporte rodoviário a Petrobras ado-tou medidas operacionais que possibilitaram minimizar os impactos sobre a produção de petróleo e gás natural, bem como sobre o armazenamento de líquidos nas UPGNs.  Oferta de gás importado: O incremento da demanda, em conjunto com a redução da oferta nacional, resultaram na maior oferta de gás importado que passou de 22,2 para 26,0 milhões de m³/dia.
01/04/2018 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL - Destaques do mês de abril/2018 Demanda de gás natural: A demanda total caiu de 73,5 para 71,3 milhões de m³/dia, impactada pela menor gera-ção termelétrica.  Produção nacional: P-74 entra em operação no campo de Búzios. O FPSO é o primeiro de uma série de sete plataformas programadas para entrar em operação no País em 2018.  Oferta nacional: A oferta nacional total subiu de 52,1 para 54,3 milhões de m³/dia, sendo esse acréscimo devido ao aumento da produção de gás associado em conjunto com a redução da reinjeção de gás natural no sistema interligado.  Oferta de gás importado: A redução da demanda total, aliada ao aumento da oferta nacional, fizeram com que a oferta de gás importado caísse de 27,5 para 22,2 milhões de m³/dia.
01/03/2018 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL EDIÇÃO N° 133 Destaques de março de 2018 Demanda de gás natural: A demanda total caiu de 75,8 para 73,5 milhões de m³/dia, impactada pela menor de-manda tanto do segmento industrial quanto do termelétrico. - Demanda de GNV: A demanda por Gás Natural Veicular aumentou pela terceira vez consecutiva aproxi-mando-se de 6 milhões de m³/dia. O recorde histórico é de 7,4 milhões de m³/dia, obtido em dezembro de 2007. - Oferta nacional: A oferta nacional total caiu de 55,5 para 52,1 milhões de m³/dia, sendo essa redução concentrada na malha interligada. - Oferta de gás importado: Compensando a queda da oferta nacional, houve incremento da oferta importada que passou de 24,9 para 27,5 milhões de m³/dia.
01/02/2018 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL EDIÇÃO N° 132 Destaques de fevereiro de 2018 Demanda de gás natural: A demanda total caiu de 77,4 para 75,8 milhões de m³/dia, impactada pela redução da geração termelétrica. Entretanto é importante destacar que na malha integrada a demanda passou de 67,8 para 72,0 milhões de m³/dia. - Oferta nacional: A oferta nacional total caiu de 60,8 para 55,4 milhões de m³/dia, no entanto na malha integrada a oferta nacional permaneceu em aproximadamente 50 milhões de m³/dia. - Oferta de gás importado: Devido ao incremento de demanda na malha integrada houve necessidade de maior oferta de gás importado, visto que a oferta nacional nesse sistema ficou estável. A importação boliviana aumen-tou de 19,5 para 22,5 milhões de m³/dia, permanecendo constante a regaseificação de GNL.
01/01/2018 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL EDIÇÃO N° 131 Destaques de janeiro de 2018 Demanda de gás natural: A demanda total passou de 88,1 para 76,9 milhões de m³/d, devido a diminuição do con-sumo do segmento termelétrico. - Oferta nacional: A oferta nacional caiu de 65,1 para 60,8 milhões de m³/dia, reflexo da maior reinjeção de gás na-tural.- Oferta de gás importado: Impactada pela menor demanda por gás natural, a oferta de gás importado foi reduzida de 27,0 para 21,7 milhões de m³/d. Destaca-se que a importação boliviana caiu de 24,8 para 19,5 milhões de m³/dia. - Preços: Aumento do preço do GNL utilizado no Japão (+ 7,8%), gás russo na fronteira da Alemanha (+15,2%) e Henry Hub (+ 28,3%). No Brasil o preço médio do gás natural também aumentou, sendo que o Nova Política Modalidade Firme passou de 7,71 para 7,96 US$/MMbtu (+ 3,2%) e o gás importado boliviano passou de 5,91 para 6,29 US$/MMbtu (+ 6,4%).
01/12/2017 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL EDIÇÃO N° 130 Destaques de dezembro de 2017 Demanda de gás natural: A demanda total passou de 94,4 para 88,1 milhões de m³/d, impactada pela diminuição no consumo dos segmentos industrial e termelétrico. - Oferta nacional: A produção, reinjeção, queima e perda, consumo nas atividade de E&P e absorção em UPGNs permaneceram estáveis, logo a oferta nacional permaneceu próxima a 65 milhões de m³/d. - Oferta de gás importado: Com a estabilidade da oferta nacional e queda do consumo, a oferta de gás importado diminuiu de 35,2 para 27,0 milhões de m³/dia. A redução da oferta foi concretizada principalmente por meio da menor regaseificação de GNL, que passou de 8,8 para 2,3 milhões de m³/dia.
01/11/2017 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL EDIÇÃO N° 129 Destaques de novembro de 2017 Demanda de gás natural: Devido principalmente à diminuição no consumo do segmento termelétrico, a demanda total passou de 96,8 para 94,4 milhões de m³/d, com redução de 2,4 milhões de m³/d. - Oferta nacional: Apesar de a produção nacional ter ligeira queda, passando de 114,6 para 113,4 milhões de m³/d, a oferta nacional permaneceu estabilizada em 65,1 milhões de m³/d. - Reinjeção de gás natural: Acompanhando a queda da produção nacional, a reinjeção diminuiu 0,8 milhões de m³/d, passando de 27,6 para 26,8 milhões de m³/d. - Oferta de gás importado: A oferta de gás importado diminuiu 2,1 milhões de m³/d, sendo 1,1 milhões de m³/d na importação boliviana e 1,0 milhões de m³/d na regaseificação .
01/10/2017 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL EDIÇÃO N° 128 Destaques de outubro de 2017 Demanda de gás natural: Devido principalmente ao aumento no consumo do segmento termelétrico, a demanda total passou de 94,9 para 96,8 milhões de m³/d. - Oferta nacional: Apesar de a produção ter ficado estável, a oferta nacional aumentou de 62,0 para 65,3 milhões de m³/d, maior valor histórico. - Reinjeção de gás natural: O aumento da oferta nacional está relacionado principalmente à diminuição de 2,8 milhões de m³/d na reinjeção, que passou de 30,4 para 27,6 milhões de m³/d. - Oferta de gás importado: A oferta de gás importado permaneceu estável tanto na importação boliviana como na regaseificação.
01/09/2017 BOLETIM MENSAL DE ACOMPANHAMENTO DA INDÚSTRIA DE GÁS NATURAL EDIÇÃO N° 127 Destaques de setembro de 2017 Demanda de gás natural: Devido principalmente à redução no consumo de gás natural pelo segmento termelétrico, a demanda total caiu de 97,4 para 94,9 milhões de m³/d. - Oferta de gás natural: Acompanhando a redução da demanda, houve queda na oferta total de gás natural. A redução ocorreu tanto na oferta nacional (- 0,5 milhão de m³/d) quanto na oferta importada (-0,8 milhão de m³/d). - Oferta nacional: Apesar de a produção nacional ter atingido o segundo maior valor histórico, não ouve aumento da oferta nacional. - Reinjeção de gás natural: O não incremento da oferta nacional está relacionado ao aumento da reinjeção, que passou de 27,9 para 30,4 milhões de m³/d. - Oferta de gás importado: A redução da oferta importação foi concretizada por meio da menor regaseificação de GNL, que caiu de 10,6 para 9,9 milhões de m³/d. A importação boliviana permaneceu estável.